Hoje o Projeto de Lei da deputada Marta Suplicy completa 14 anos.
Em março desse ano, o deputado José Genuíno apresentou um outro Projeto de Lei que pretende garantir às uniões homoafetivas o mesmo tratamento da união estável.
Correm no STF, duas ações com o mesmo objetivo final: assegurar tratamento igual para todos os que decidirem dividir a vida e construir um futuro juntos, independente da sua orientação sexual.
Um caminho longo, os passos ainda são curtos e olhando assim, parece difícil a concretização do que a Constituição chama de dignidade da pessoa humana.
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Mas, ei, vem cá.
Não somos feitos de papel e tinta.
Somos as mãos que escrevem a história.
É verdade que algumas obras demoram mais e que nem sempre a delonga tem uma causa justa, mas como diz o sambista, "fogueira foi feita pra gente pular".
Vamos?
